O ADN – Madeira veio defender mais apoios financeiros e benefícios fiscais para jovens agricultores, pescadores e trabalhadores de pecuária, de forma a tornar o sector primário mais atractivo e rentável. Urge limitar o mercado “intermediário” por forma a garantir que quem produz é que beneficia maioritariamente dos ganhos resultantes do seu trabalho, refere o partido.
O ADN – Madeira propõe melhoria na rede de distribuição, dinamizando, promovendo e facilitando o escoamento dos produtos regionais para diminuir a dependência das importações e aumentar a nossa sustentabilidade, assim como incentivar às práticas da Agricultura Biológica.
O ADN – Madeira considera ainda importante sensibilizar os eurodeputados portugueses para a necessidade de aumentar as quotas de pesca, pois não se compreende que tendo Portugal a maior área de ZEE – (Zona Económica Exclusiva), lhes seja muitas vezes negada a pesca que, por vias menos lícitas é atribuída a pescadores estrangeiros, ficando assim o consumidor madeirense obrigado a comprar peixe “estrangeiro” pescado nas nossas águas a preços proibitivos.
o ADN – Madeira propõe a modernização da frota de pesca garantindo simultaneamente a segurança das embarcações, assim como garantir o rigor na vigilância pela Polícia Marítima das práticas recorrentes de pesca ilegal recorrendo a bombas que para além de poderem colocar em risco os mergulhadores e colocam em risco a sustentabilidade das espécies marítimas.
O ADN – Madeira é também contra a pesca em reservas naturais classificadas como
tal pela UNESCO. Por alguma razão ela existem e essas espécies marinhas
necessitam de ser protegidas em pro da sua reprodução.
O partido considera por outro lado que a pecuária é também uma actividade muito
importante para a nossa RAM, não só para a economia, como também na ajuda que dá na prevenção de incêndios, razão pela qual defende que o gado deve regressar às serras da Madeira em zonas pré-definidas para o efeito.
o ADN – Madeira defende também que há que valorizar os produtos regionais e artesanais, aos quais se deve garantir um selo de origem e diminuir os impostos sobre as vendas, promovendo a auto-sustentabilidade dessa fonte de rendimento e promoção da nossa cultura.
“Depois desta nossa acção de campanha, é caso para dizer “Nem de
binóculos consegui ver o investimento no nosso sector primário regional”, conclui Miguel Pita, coordenador regional do ADN.
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