Rui Marote
Foi mais de meio século sem ‘lavar a cara’. Mas esta manhã fomos surpreendidos com a instalação de andaimes no ex-edifício do Cinema João Jardim, na Rua da Carreira. As instalações serviram durante anos como salão de bilhares e de jogos.
Há cerca de um ano encerrou essa actividade e esses espaços acolheram a Escola Profissional Colombo, com entrada na Rua das Aranhas.
A Rua da Carreira nessa área está a sofrer uma transformação. Edifícios devolutos estão a ser reconstruídos e em breve surgirão de “cara lavada”.
A edilidade funchalense deve procurar impor novas regras à montagem destas estruturas metálicas e aplicar medidas de segurança para proteger os transeuntes e a calçada. Exemplificamos: em muitas grandes cidades estas estruturas não podem assentar na calçada sem uma base de madeira no solo para não danificar o piso. Devem estar assinaladas com dispositivos de cor protegendo e chamando atenção aos que circulam. Em certas cidades europeias – Londres, por exemplo- até música para chamar a atenção e não haver descuidos é colocada.
O Funchal está “armadilhado” por muitos lados e os buracos e os desníveis dos passeios são autênticas ratoeiras em que os cidadãos sofrem quedas, não exigindo responsabilidades pelos danos sofridos.
Quanto às pinturas das fachadas dos edifícios, a câmara tem regulamentos para exigir aos proprietários as pinturas mas muitas vezes pouco são aplicados.
Parabéns aos proprietários do ex-cinema João Jardim pela pintura… cor é vida.
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