“A balada da neve” de Augusto Gil ajusta-se, neste caso, à “balada do vento”:
“Batem leve, levemente,Como quem chama por mim.Será chuva? será gente? [VENTO]Gente não é, certamenteE a chuva não bate assim”.
A chuva não é culpada, o vento é…. assim como gente.
Na encosta entre a Avenida Sá Carneiro e o Casino, no Funchal, há um guarda-sol que o vento levou.
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