O CDS veio hoje propor um plano de redução da despesa pública. Dizem os centristas que o orçamento da Região com origem na receita fiscal, nas transferências do Estado e nos apoios da União Europeia, é suficiente para garantir muitas das propostas do CDS-PP já anunciadas. No entanto, há outras ideias que precisam de ter mais financiamento.
“É por isso que o CDS propõe a redução da máquina governamental, da estrutura da administração pública, com redução de institutos públicos, a extinção de organismos que só trazem despesa e a venda de património das sociedades de desenvolvimento e de empresas públicas que constituem um sorvedouro de dinheiros dos contribuintes”, refere o partido.
Com essa poupança, preconiza esta formação política, será possível reduzir impostos, recuperar o poder de compra da classe média e ter outras prioridades, investindo naquilo que é realmente urgente, como a habitação, a saúde e os apoios aos mais jovens e aos mais idosos.
O CDS defende ainda que qualquer obra ou investimento público terá uma avaliação custo/benefício para que não se continuem a gerar elefantes brancos que não servem para nada, a não ser para dar despesa ao Orçamento regional.
“Governar é fazer escolhas. É saber distinguir o essencial do acessório, é ter a noção do que é urgente e do que pode esperar”, insistem os centristas.
“O Plano de Redução da Despesa Pública do CDS permitiria libertar verbas para prosseguir os objetivos de distribuir melhor a riqueza criada, corrigir as desigualdades sociais, fortalecer a classe média, investir num envelhecimento com mais qualidade de vida e dar oportunidades de emprego qualificado aos nossos jovens, ajudando à sua fixação na nossa terra”, conclui o partido.
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