
A Coligação “Força Madeira”, constituída pelo PTP, MPT e RIR, manifestou ontem o seu “profundo repúdio” face à “hipocrisia” de determinados partidos que, apesar de proclamarem a defesa dos direitos das mulheres, não cumprem a Lei da Paridade na composição das suas listas para as eleições regionais da Madeira de 2025.
A coligação apontou o facto do PSD não ter cumprido com a lei da paridade quando se comprometeu a fazê-lo, demonstrando, que afinal a inviabilização da aplicação da nova lei eleitoral veio a calhar para muitos partidos.
“Apesar de termos consciência de que a Lei da Paridade ainda não está em vigor na Região, entendemos que todos os partidos deveriam dar o exemplo e respeitar este princípio fundamental de justiça e representação. O respeito pela Lei da Paridade é um dever legal e moral, e o seu incumprimento representa um retrocesso na luta por uma sociedade mais justa e equitativa”, diz a “Força Madeira”.
A coligação reafirma o seu “compromisso inabalável com a participação equitativa das mulheres na vida política e na tomada de decisões”.
“Exigimos que os partidos que desrespeitam a Lei da Paridade assumam publicamente a sua incoerência e expliquem aos eleitores as razões pelas quais falham em cumprir um princípio básico de justiça e representatividade”, desafiam.
“A oposição, que deveria representar uma alternativa séria e responsável, demonstra estar alinhada com o PSD, repetindo os mesmos erros e incumprimentos. Ao não garantirem a paridade, demonstram que o seu discurso em defesa da igualdade é apenas retórica vazia, sem reflexo na realidade”, acusam.
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