JPP apela a apoios urgentes para os produtores de castanha do Curral das Freiras

O JPP apelou esta terça-feira ao Governo Regional para que pague o mais urgentemente possível o apoio prometido aos produtores de castanha do Curral das Freiras.

“Foi há precisamente um ano e dois meses que Miguel Albuquerque e a secretária regional da Agricultura, Pescas e Ambiente, Rafaela Fernandes, se comprometeram a distribuir um total de 60 mil euros pelos produtores de castanha do Curral das Freiras, como forma de os compensar dos prejuízos resultantes da quebra de 80% na produção, na campanha de 2023”, refere uma nota.

Depois das chamadas de atenção dos agricultores ao JPP, dos contactos estabelecidos com eles e dos vários apelos ao presidente do Governo e à secretária regional da Agricultura, Pescas e Ambiente, o último dos quais no início de dezembro de 2023, para que acelerassem o processo de pagamento, até hoje, tudo na mesma, afirma o partido.

“É uma desconsideração aos produtores, gente humilde que vive do seu trabalho na terra”, entende o deputado do JPP, Miguel Ganança.

“Voltamos a apelar novamente ao bom senso e ao cumprimento da palavra dada por Miguel Albuquerque e pela secretária regional da Agricultura, Pescas e Ambiente aos produtores, em Novembro de 2023”, recomenda o parlamentar.

“O nosso único propósito é que os agricultores recebam a ajuda prometida, precisam dela, faz-lhes falta, não faz sentido nenhum toda esta encrenca, ninguém considera razoável levar um ano e dois meses a desbloquear uma ajuda muito importante para pessoas com baixos rendimentos”, refere.

Miguel Ganança diz que “este caso é um exemplo flagrante de má governação, de falta de compromisso e sentido institucional”, afiançando que “numa solução governativa JPP estas situações não aconteceriam”.

“Isto é claramente assobiar para o lado, é a normalização da anormalidade e isso com o JPP é impensável”, frisa o parlamentar. “É preciso falar a verdade às pessoas e trazer a confiança de volta à vida pública.”

Para além da perda acentuada da produção e consequente redução dos rendimentos, os produtores viram os soutos fustigados pelos incêndios de Agosto de 2024.


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