O presidente do Governo Regional em exercício, Miguel Albuquerque, esteve hoje presente na inauguração, pela Cooperativa Cortel, do prédio designado Cortel I, junto ao centro comercial MadeiraShopping. A cooperativa deverá avançar com dois outros edifícios no corrente ano.
Na oportunidade, Miguel Albuquerque, em declarações à Imprensa, queixou-se de “dois concursos muito importantes” que ficarão agora parados, asseverou, nomeadamente “o concurso para a construção de 70 habitações num terreno que é propriedade do governo, atrás da APEL”, e outras 220 habitações que também param, nos terrenos limítrofes ao Tecnopólo.
“Ficam paradas até termos governo”, asseverou. Dizendo que o GR está a construir habitação social e foram entregues esta semana já 150 das mesmas, Miguel Albuquerque salientou que era intenção governamental colocar no mercado, através de cooperativas de habitação, novos fogos, a preços acessíveis para a classe média.
Acusando o Chega, o Partido Socialista e outros de “andarem a rebentar com isto tudo”, Albuquerque afirmou contar com o apoio do PSD nacional, se bem que o partido na Madeira, ao contrário de outros “é autónomo”.
Referindo-se a palavras do sector de Manuel António sobre a recolha de assinaturas para uma candidatura alternativa, justificou que a sede do PSD “está de férias” nesta altura de Natal, não havendo “teorias da conspiração” quanto a isso. Quando for para apresentar, “ele que apresente”, avançou, garantindo, por outro lado, que é sua intenção “unir o partido” para “enfrentar as eleições”.
“Não há neste momento nenhuma situação”, garantiu, que possa conduzir, no PSD-Madeira, a divergências exacerbadas. “Isso seria suicidário”, do ponto de vista da estabilidade.
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