CDS critica “irresponsabilidade” de não aprovar o Orçamento

O CDS-PP Madeira criticou hoje a “irresponsabilidade” que, no seu entender, tomou conta dos partidos que decidiram votar contra o Orçamento e o Plano de Investimentos da Região para o próximo ano.

“Ninguém pôs em causa a mais-valia destes dois importantes documentos para a vida dos cidadãos, das famílias e das empresas da Madeira e do Porto Santo. O voto desses partidos foi decidido por tacticismos e jogadas políticas e não no interesse dos madeirenses”, sentenciam os centristas.

“Por razões meramente partidárias, esses partidos votaram contra um Orçamento que trazia redução de impostos, valorização dos salários, aumento dos rendimentos das famílias, mais apoio aos jovens e aos idosos, melhores prestações sociais e reforço das verbas para as Instituições de Solidariedade Social. O CDS afirma que não é sério recusar negociar o Orçamento e o Plano de Investimentos de 2025 e depois simplesmente votar contra, por razões eleitorais. Os partidos que chumbaram o Orçamento disseram que os madeirenses não querem eleições, mas tudo fazem para que elas aconteçam, ao votar contra o documento e ao anunciarem que votarão a favor da moção de censura, na próxima semana”, aponta o CDS.

Ora, para este partido, “provocar as terceiras eleições regionais no espaço de 15 meses é de uma tremenda irresponsabilidade. Não podemos aceitar esta retoiça partidária que põe em causa a vida dos madeirenses”.

O CDS diz que “já não estranha nada na política regional, mas não pode deixar de denunciar esta aliança que une a extrema-direita do Chega com a esquerda na Madeira. Todos são responsáveis por não termos um Orçamento, a tempo e horas, para o próximo ano, que faça refletir na vida das pessoas os resultados do crescimento económico da Região. O povo dirá da sua razão na altura própria”, garantem os centristas.


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