O grupo parlamentar do CDS deu uma conferência de imprensa, presidida por José Manuel Rodrigues, na qual se refere que dentro de uma semana o Parlamento discutirá o Orçamento da Região para o próximo ano, “um documento importante e decisivo para o funcionamento da administração pública, para a valorização dos salários, para a redução de impostos, para aumentar os rendimentos das famílias, para atualizar os apoios às instituições de solidariedade social, para os investimentos públicos e privados e para o aproveitamento das verbas do PRR e aos apoios dos fundos europeus”.
“Este não é o orçamento do CDS, mas é um orçamento do governo regional do PSD, negociado com o CDS que, se for aprovado, contribuirá para fazer reflectir na vida das pessoas o crescimento económico registado na Madeira”, diz José Manuel Rodrigues.
Segundo o deputado, “mais uma vez o CDS demonstrou o seu sentido de responsabilidade e estamos dispostos a viabilizar este orçamento porque ele é positivo para a Madeira e para os madeirenses”.
“O que é estranho é que outros partidos não tivessem seguido o caminho da negociação do CDS e tenham anunciado o voto contra o orçamento, alguns mesmo antes de ele ser divulgado. Isto não é sério nem responsável”, sentencia o centrista.
“Ainda é possível alterar alguns aspetos deste orçamento e introduzir, na discussão na especialidade, propostas que melhorem este importante instrumento financeiro. O CDS apela ao governo regional, ao PSD e a todas as forças políticas para que abram um processo negocial sobre o Orçamento da Região para o próximo ano. Se houver sentido de responsabilidade e vontade política, como fez o CDS, há tempo para chegarmos a acordo para ter uma maioria de deputados que viabilizem o orçamento”, apela.
“A Madeira e os madeirenses não aguentam voltar a viver metade do ano em duodécimos, debaixo de um impasse político e na incerteza, como aconteceu este ano, com todas as consequências conhecidas, como a paralisação da administração pública, os atrasos na redução dos impostos e na valorização das carreiras e dos salários, a paragem nos investimentos públicos e o congelamento na actualização dos apoios às instituições de solidariedade social e a não atualização das prestações sociais”, adianta o CDS.
O partido garante que os madeirenses “não querem instabilidade”.
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