PPM diz que o direito à greve não pode ser sonegado

O PPM Madeira diz que lhe chegaram algumas queixas sobre o dia de greve de hoje dos trabalhadores da função pública, marcada por alguns sindicatos.
“Ora, o direito à greve é um direito que assiste todos os trabalhadores e não pode ser sonegado, segundo noticias que vieram a público hoje esses sindicatos, lançaram comunicados que davam conta dessa mesma sonegação de um direito constitucional segundo o ARTº 57° da constituição portuguesa e do ART° 530° do Código do Trabalho, que dizem o seguinte:
“Direito à greve
1 – A greve constitui, nos termos da Constituição, um direito dos trabalhadores. 2 – Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve. 3 – O direito à greve é irrenunciável.”
O PPM Madeira, diz, pela voz do seu coordenador Paulo Brito, que “reuniu com a sua coordenação de emergência e entendemos que as entidades que sonegaram o direito a greve dos trabalhadores que reivindicam os seus direitos laborais, devem ser chamados e responder o porquê de sonegarem aos trabalhadores um direito que os assiste por lei da nossa constituição nacional”.
O PPM Madeira mostra-se solidário com estes trabalhadores e pede para que as entidades sindicais envolvidas ajam de forma a que os trabalhadores não vejam defraudadas as suas lutas laborais, “pois vivemos em democracia e em pleno séc. XXI é inadmissível que ainda haja alguém a tentar viver no tempo de escravizar os trabalhadores”.

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