Rui Marote
O viaduto da cota 40 exibe sinais do tempo que se traduzem na progressiva degradação daquela estrutura, visível a olho nu. Naturalmente que apenas o Laboratório de Engenharia poderá ajuizar da segurança ou não da mesma, mas o aspecto não é encorajador.
O viaduto da cota 40 enferma da mesma “doença” que era bem visível e mau cartaz da marina do Funchal, para cuja degradação o FN alertou dezenas de vezes durante anos. A malha de ferro das “vedações” era visível, enferrujada, e o cimento que a envolvia ia desaparecendo a pouco e pouco.
O mesmo está a suceder às placas pré-fabricadas que ao longo do viaduto servem de embelezamento e acabamento do tabuleiro.
As fotos são bem elucidativas: a malha de ferro salta à vista devido ao cimento que a reveste ser insuficiente e não cumprir as regras da espessura de massa. No economizar está o ganho: menos cimento menos areia, e o retrato salta à vista.
Quanto ao tabuleiro e às colunas que o suportam podem os condutores estar descansados porque oferece segurança por muitos anos, pensamos nós…
Inicialmente referimos que esta obra seria da responsabilidade do governante da tutela, Pedro Fino. Assumimos o engano. A responsabilidade é da CMF. Fica aqui a rectificação. Esperemos que a autarquia ordene uma inspecção e substitua todos esses “embelezamentos laterais”, para maior segurança dos automóveis e seus ocupantes, e também dos peões que circulam por baixo do viaduto.
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