O partido ADN – Alternativa Democrática Nacional mostra-se preocupado com o futuro comprometedor do turismo na nossa RAM em virtude dos acontecimentos nos últimos anos que poderão afectar de forma muito significativa a nossa principal economia regional, reza um comunicado.
O ADN recomenda, pois, que a APM – Associação de Promoção da Madeira,
Secretaria Regional do Turismo, assim como todas as entidades directamente ligadas a este importante sector, “apostem forte novamente na promoção do nosso destino com uma informação mais actualizada sobre os incêndios que assolaram a nossa RAM e o estado de calamidade que foi decretado, tendo em conta que a ideia que passou para o exterior foi que durante aquela duas longas semanas, grande parte da ilha ardeu e todos nós sabemos que não foi esse o caso, pois ainda temos muitos motivos de atracção turística de natureza e não só”.
O Partido ADN recorda outras catástrofes em que a prioridade das autoridades regionais foi dar para o exterior uma imagem de recuperação e “quase” normalidade, algo que desta vez nota-se que “estamos descurando”.
O ADN-Madeira alerta para que não demos como seguro e garantido a continuidade do sucesso que temos assistido nos últimos anos no que diz respeito a turismo, pois a nossa região tem dado sinais negativos para o exterior, tais como o excesso de construção por todos os pontos da ilha, a insegurança nocturna e ruído não controlado que é cada vez mais evidente, os problemas no aeroporto devido aos ventos e respectivos cancelamentos ou desvios de aviões, o excesso de turismo nos pontos mais importantes da ilha derivados da má organização das autoridades
competentes para esse efeito, alguma inflação desmesurada a nível de preços de hotelaria e outros serviços destinados ao turista (…)”
O ADN lamenta que a principal prioridade do Governo Regional e Câmaras Municipais, tenha sido dar mais atenção e desviar recursos materiais e humanos para garantir as Taxas Turísticas a aplicar dentro de duas semanas na Hotelaria e Alojamento Local, assim como já no ano 2025 ao turismo de Navios de Cruzeiro, tais como outras taxas de acesso a percursos turísticos e pontos de referência, “em detrimento da necessária atenção em garantir a sustentabilidade do nosso turismo durante os próximos anos (…).
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