O Chega veio hoje dizer, pela boca do dirigente regional Miguel Castro, que está extremamente preocupado com as “condições deploráveis em que se encontra o Lar da Bela Vista”.
Os parlamentares do Chega afirmam que lhes têm sido feitas chegar “denúncias de familiares de utentes deste estabelecimento”, sobre alegadas situações de “grave falta de dignidade e qualidade de vida para os residentes”.
“Apesar de o Lar da Bela Vista ter sido recentemente adquirido pela empresa ‘Atalaia Living, Care’, no final de Julho do ano passado, e do apoio das reformas dos utentes, as condições no lar continuam a deteriorar-se”, diz o Chega.
O partido diz que faltam coisas tão simples como água quente, fraldas e resguardos, além de pessoal qualificado. Também não é cumprida a legislação quanto ao rácio utente-cuidador.
São, para Miguel Castro, “um desrespeito inaceitável pelos direitos dos idosos, que merecem passar esta fase da vida com o conforto e o cuidado adequados”.
O Chega questiona, a propósito, porque não age a Segurança Social face a estas evidências de “degradação e negligência”.
Miguel Castro “exige que a Segurança Social intervenha de imediato para corrigir esta situação e que sejam implementadas medidas rigorosas de fiscalização e controlo da qualidade dos serviços prestados neste e noutros lares da Região”.
Se assim não for irá pedir “a criação de uma comissão de inquérito ao Instituto da Segurança Social para investigar não apenas a gestão do Lar da Bela Vista, mas também de outros lares na RAM que apresentem indícios de má gestão, incompetência e, provavelmente, de favorecimento pessoal”.
O Chega garante que não irá permitir que “situações de abuso e negligência passem impunes”.
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