O grupo parlamentar do PSD Madeira veio, em comunicado, “repor a verdade face a mais uma tentativa desesperada e baixa do JPP de contornar a realidade”.
As declarações do deputado Bruno Melim à RTP Madeira visaram exclusivamente as opções autárquicas e políticas da Câmara Municipal de Santa Cruz, afirmam os social-democratas.
“A reacção do presidente, em notícia, e a missiva enviada, supostamente da autoria do Comandante dos Bombeiros, apenas denunciam a tentativa desesperada de politizar a incompetência autárquica.
A tentativa de envolver os bombeiros, quer por parte do Presidente da Câmara, quer por parte do novo Comandante – ou melhor, do novo emissário político do JPP – apenas revelam a prática abusiva deste Partido com os órgãos autárquicos.
Não se compreende, portanto, o seu envolvimento numa discussão política que exigia mais atenção para os homens e mulheres que lutam no terreno, muito para além do conforto do comando.
A reacção do Comandante só evidencia que assume, efectivamente, um posicionamento político partidário, que vai além da independência que exigem as suas funções. Até para que não seja um braço político dentro dos bombeiros, mas apenas mais um homem entre muitos homens”, acusa o PSD.
“O Comandante dos Bombeiros não é, nem nunca será, dono da corporação e não pode (tentar) impedir que outras forças políticas peçam mais atenção para os homens que considera “seus”.
O que espera o PSD e o que, naturalmente, deve esperar qualquer pessoa é que o Comandante assuma verdadeiramente a defesa dos seus homens e não somente a defesa do Partido que vive diariamente ou o usufruto pessoal das condições de que dispõe por força do cargo que detém.
O Partido Social Democrata da Madeira reafirma o seu forte e firme respeito, proximidade e compromisso para com os bombeiros da Região, para os quais o investimento do Governo Regional tem sido constante, sendo, neste momento, a melhoria da carreira uma prioridade”, refere o comunicado.
“Espera este Grupo Parlamentar que, no próximo ano, seja possível libertar os Bombeiros de Santa Cruz destes privilegiados dirigentes que usufruem dos bens públicos para interesse pessoal e partidário e usam o nome dos soldados da paz para novelas partidárias”, conclui a nota.
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