
Hoje o PSD está em festa no Chão da Lagoa. Perante aplausos entusiásticos, Miguel Albuquerque aproveitou para garantir que é o Partido Social Democrata que tem “credibilidade” junto do povo da Região, e criticou os que se queriam, conforme disse, aproveitar do “caos” para surgir vitoriosos.
“Não somos gente de vergar”, afirmou, nem muito menos de “quebrar”, reclamou.
Procurando desfazer a ideia de que o PSD é um partido que privilegia elites, e pouco se importa com aqueles que não embarcam no seu discurso oficial, afirmou que “estamos sempre junto do povo”.
Voltando ao ataque, apontou o dedo aos “partidos oportunistas”.
Luís Montenegro não veio à festa, apesar de Albuquerque ter afirmado que queria vir; mas Albuquerque afirma ter o apoio do líder nacional e primeiro-ministro.
Voltou, no seu discurso, a repetir os chavões habituais do alargamento da Autonomia e da revisão da Lei das Finanças Regionais. E apelou ao cerrar de fileiras para as eleições autárquicas.
“O adversário está fora do partido”, exortou, apelando à unidade interna.
“A partir de hoje vamos começar a trabalhar e a preparar as Autárquicas do próximo ano e o nosso objectivo é continuar a liderar as Câmaras e as Juntas de Freguesia da nossa terra”, afirmou. para construir uma Madeira “sempre mais livre, mais desenvolvida e mais justa”.
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