Madeira presente na Convenção Nacional do IL

Decorreu hoje, na Vila da Feira, a Convenção Estatutária da Iniciativa Liberal (IL).

A Madeira está representada por Nuno Morna que, sobre o encontro, escreveu o seguinte:

“Tenho para mim que as Convenções (Congressos noutros partidos), sejam de que tipo forem, representam um elemento crucial no funcionamento das democracias modernas.

Primeiro, porque servem como fórum essencial dos partidos para a discussão e tomada de decisões. São um fórum de democracia de enorme importância, fundamental para assegurar que as decisões reflectem a vontade dos militantes e que a liderança do partido possui legitimidade.

Desempenham também, um papel significativo na mobilização e motivação da base de apoio do partido. São ocasiões para a demonstração de unidade e força, e para inspirar militantes e simpatizantes a trabalharem em prol de objectivos comuns.

Algo que não podemos esquecer é a sua função mediática. Estes eventos são cobertos extensivamente pela comunicação social, proporcionando uma plataforma para o partido expôr as suas ideias e propostas.

Esta convenção da Iniciativa Liberal vai servir para se implementar um novo modelo, onde existirão espaços de formação e troca de ideias. Workshops, sessões de formação e debates serão organizados, permitindo aos membros do partido desenvolverem novas competências e aprofundar o seu conhecimento sobre diversas questões políticas. Esta formação contínua é vital para a evolução e adaptação dos partidos face aos desafios contemporâneos.

Durante esta convenção estatutária, que decorre até domingo, os membros do partido que entenderam estar presentes, vão discutir e votar propostas de alteração aos estatutos, assegurando que as regras e procedimentos estejam em consonância com as necessidades actuais e futuras.

Estas convenções são cruciais para garantir a transparência, a democracia interna e a eficácia operacional do partido e todos os membros com capacidade eleitoral activa podem participar. Daí eu ter dificuldade em entender que haja quem falte a estes toques ao reunir. Faz-me mesmo espécie. Mas é aqui que se vê quem vem ao quê. Há-os empenhados e prontos a estar e os que fazem da actividade política partidária um mero passatempo “onde se vai… mas nunca se está”.


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