
A deputada do Chega na Assembleia Regional, Magna Costa, votou diferente dos seus pares a proposta do programa de Governo: votou contra e os 3 outros deputados abstiveram-se.
Confrontado com o sentido de voto de Magna Costa, Miguel Castro disse que “suspeitava” que Magna iria votar contra.
Agora, com a direção nacional do partido, vai analisar as consequênncias políticas desse voto de Magna Costa.
No final dos trabalhos, Nuno Morna, da IL, que se absteve, disse que no orçamento poderá ser diferente.
Já Paulo Cafôfo, do PS disse que se cumpriu o que havia vaticinado até nas eleições. Isto é, que votar Chega, IL e PAN seria votar PSD. Mais disse que toda esta “encenação” desprestigia a política.
Miguel Castro, do Chega, justificou a abstenção com as declarações de Miguel Albuquerque que estaria ao dispor da Justiça.
Jaime Fipe Ramos, do PSD, enfatizou a ideia de nnrnalização da vida política.
Por parte do CDS, Sara Madalena disse que prevaleceu o bom senso e que mais propostas do CDS foram contempladas no programa de governo.
Mónjca Freitasm do Pan, que votou a favor, disse que o PAN foi um partido “responsável”.
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