Discussão do Programa de Governo: Leia aqui os argumentos finais dos partidos

Foram apresentados, esta tarde, no parlamento regional, os argumentos finais de cada um dos partidos representados na Assembleia sobre a proposta de Programa de Governo.

Recorde-se que se trata de um Programa de Governo revisto, depois do Executivo de Miguel Albuquerque ter retirado a proposta anterior para dar azo a um processo negocial com os demais partidos, sendo que o PS e o JPP se recusaram a participar nessas negociações.

Nas alegações finais, o PSD, por Jaime Filipe Ramos, falou de “responsabilidade democrática”. Negociar, ceder e avançar foram palavras utilizadas. Sobre o Programa de Governo poroposta diz que é o mais democrata e plural de sempre.

O PS, por Paulo Cafôfo, insistiu no termo “fantochada”, quebra de confiança e mentira. Disse que o presidente do Governo é um “impecilho” ao desenvolvimento da Região. “Está a usar o povo para proteger-se”, disse, numa alusão à imunidade de que goza.

A JPP, pela boca de Élvio Sousa, repetiu que não confia em Miguel Albuquerque e neste Governo.

O Chega, por Miguel Castro, tentou, ao longo deste debate, ouvir de viva voz de Miguel Albuquerque que se demite, caso seja acusado no processo judicial em curso.

O PAN, por Mónica Freitas, regozijou-se por ser o segundo partido que mais propostas fez incluir no Programa de Governo.

Nuno Morna, do IL, anunciou que irá abster-se na votação deste segundo ‘round’ de discussão do programa de Governo.

O CDS, por Sara Madalena, disse que, se em fevereiro, terá sido grave não aprovar o orçamento para 2024, agora, será “gravíssisso” se o Programa de Governo não passar e se o Orçamento não for, posteriormente, aprovado.


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