As trabalhadoras da Santa Casa da Misericórdia de Machico voltam a recorrer à greve, nos dias 24 de Abril e 3 de Maio, depois de promessas não cumpridas por parte da instituição. Uma informação do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritório e Serviços de Portugal queixam-se do incumprimento de compromissos por parte da administração.
A 21 de Dezembro todas as trabalhadoras aderiram a uma paralisação, reclamando a aplicação do Contrato Coletivo de Trabalho para as IPSS negociado entre a CNIS e a FEPCES, com efectivos retroactivos a Julho de 2022, no que concerne a valores salariais e diuturnidades. As trabalhadoras pretendiam a atribuição de diuturnidades no valor de 21 euros por cada cinco anos de serviço, até ao limite de cinco diuturnidades.
A administração da Santa Casa de Machico comprometeu-se por escrito a aplicar no contrato de Fevereiro o constante do CCT, mas “não cumpriu”, assevera o sindicato. Mais: comprometeu-se, em reunião tripartida, realizada na Direcção Regional do Trabalho, a aplicar a todos os trabalhadores o referido CCT, pagando conjuntamente com o salário de Março os valores das diuturnidades, assim como a fazer o levantamento das diferenças salariais e calcular quanto cada trabalhador tem de receber. Mas, mais uma vez, falhou.
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