O PS-Madeira defendeu ontem a extinção do cargo de representante da República, no âmbito da revisão da Constituição. As competências do representante devem transitar para o presidente da República.
Paulo Cafôfo defendeu o aprofundamento da Autonomia e a revisão constitucional, considerando que o cargo de Representante da República “não faz sentido nos dias de hoje”.
O cabeça de lista socialista disse que o PS é um partido fundador da Autonomia e que tem estado sempre na dianteira no que se refere à sua evolução e aprofundamento, aproveitando para criticar o PSD, que, “de uma forma humilhante, quer que o Representante da República seja substituído por um mandatário”.
“Os madeirenses não precisam de mandatários. Nós somos senhores do nosso destino e não nos vergamos nem aceitamos que uma Região Autónoma tenha um mandatário”, insistiu Paulo Cafôfo.
O candidato e presidente dos socialistas madeirenses considerou, aliás, que a extinção da figura do Representante da República faz ainda mais sentido no atual contexto de crise política que se vive na Região, já que, apesar de o Representante ter tomado a decisão de não nomear um novo Governo, a decisão de dissolver a Assembleia Legislativa pertence ao Presidente da República.
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