
A decisão da suspensão do pagamento dos reembolsos das passagens aéreas está a suscitar profundo descontentamento também nas agências de viagens e é mesmo vista como uma decisão “ilegal” e “incongruente”. Comos os balcões dos CTT não pagam as viagens de ida e volta sem os trajetos discriminados com as taxas, os cidadãos congestionam os serviços das agências para refazer faturas à última da hora, a ver se conseguem assegurar o reembolso.
As agências garantem que ninguém foi avisado previamente de nada. Ontem ao fim da tarde, os balcões dos CTT suspenderam o pagamento sem aviso prévio. Inclusivamente, há faturas de dezembro que ainda não foram pagas e que é pedido agora ao cidadão que refaça as faturas para discriminar trajetos, o que é um procedimento ilegal. Na verdade, segundo as regras contabilísticas, anular faturas implica emissão de notas de crédito, anulação e emissão de nova fatura, o que levanta questões relativamente àquelas que foram emitidas em dezembro do ano transato.
Outras questões são levantadas: quem comprou o bilhete nas agências, congestionam os serviços e acabam por duplicar o trabalho dos funcionários; e quem comprou na Internet? A quem vão reclamar para refazer faturas?
Uma série de questões que se levantam sem que o Governo Regional tenha ainda dado esclarecimento cabal da situação que está a ser vivida pelos madeirenses.
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