“Noite do Mercado” muito participada por locais e visitantes anima o Funchal

Fotos: Luís Rocha

A noite ainda mal começou e a festa já vai rija na “Noite do Mercado”. A animação é mais do que muita e as ruas já começam a encher-se de gente.

A Rua Dr. Fernão de Ornelas e as demais artérias que vão dar ao Mercado dos Lavradores já se encontram inundadas por uma verdadeira “maré humana”, como se pode ver nas fotos. São muitos os que fazem questão de manter a tradição de deslocar-se à zona mais comercial do Funchal de antigamente para jantarem, comerem e beberem em fartura ou simplesmente degustarem uma tradicional sandes de carne de vinho e alhos, beberem uma poncha ou uma simples cerveja, comerem um bolo do caco ou umas malassadas.

A oferta é mais que muita e, nas barraquinhas montadas na Fernão de Ornelas, o negócio parece ir de vento em popa. Muita gente passeia-se com adornos a lembrar a época natalícia: chapéus de Pai Natal, uns mais inventivos, uns mais tradicionais, hastes de renas… compram-se balões e outros brinquedos de circunstância; cavaqueia-se; convive-se; diverte-se.

Frente ao Mercado dos Lavradores, o artista Márcio Amaro dá o seu melhor para entreter a malta, com umas canções divertidas e mais ou menos brejeiras. Canta e dança e o público responde, aplaude, trauteando umas melodias entredentes.

O espírito da “Festa” vive ainda nas ruas da cidade, por entre as múltiplas iluminações que decoram o Funchal. Turistas e locais encantam-se, fotografam e filmam a diversão e a animação.

A PSP circula, vigilante, mas os agentes estão bem dispostos, conversam e cumprimentam. A Cruz Vermelha também está presente, não vá o diabo tecê-las. Há sempre uns que se entusiasmam demais e não aguentam tanto a bebida. Tudo parece controlado e seguro.

As festividades e a multidão estendem-se até às ruas do Aljube, da Queimada e ao Largo do Município, onde funciona ainda a Aldeia de Natal. Mas aí já não é o centro da acção, embora se coma, beba e passeie. O Funchal, por estes dias, marcha definitivamente ao ritmo da época. Veja as imagens que, despretensiosamente, captámos.

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