Estepilha: os madeirenses parecem descendentes de Moisés… muito gostam de tendas

Rui Marote
O porto do Funchal, apesar da sua modernização, faz-nos pensar, às vezes, na fuga dos judeus do Egipto para a Terra Prometida. Durante 40 anos, o povo de Deus viveu no deserto em barracas.
Os madeirenses parece que herdaram essa tradição das quatro décadas da travessia do deserto.
O porto do Funchal modernizou- se e foi já distinguido com galardões com o melhor destino portuário da Europa.
A APRAM construiu uma gare no cais norte apetrechada e moderna para operações portuárias naquela área.
Porém, hoje assistimos ao desembarque de alguns passageiros do veleiro Sea Cloud Spirit, que finalizaram o seu cruzeiro no Funchal.
Os serviços portuários alugaram uma barraca que está montada à entrada da nova gare, para depósito das bagagens desembarcadas. Regressámos a época das descargas e cargas de mercadorias na Pontinha, actual cais sul, que alternava com os navios de passageiros para Venezuela e Brasil, onde existia um pavilhão de chapa de zinco onde era efectuado o desalfandegamento.
Estepilha, já não basta os passageiros de países terceiros terem de se deslocar ao edifício na gare na pontinha para obter o visto de entrada.
No molhe da pontinha está atracado o navio de cruzeiros  Sky Princess, com partida as 16h30 para Las Palmas.
As 17 horas o porto do Funchal recebe o Odissey  of the Seas,, que navegava  para os Açores e deixo ao mau tempo desviou a sua rota para o Funchal. No cais norte, o veleiro Christian Radich  permanece até amanhã.

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