MPT defende demissão da administração da GESBA

A Comissão Política do MPT emitiu uma nota comentando o comunicado de ontem da administraçãp da GESBA; considera a o partido que a mesma “teceu considerações inadmissíveis sobre um cidadão, nomeadamente, utilizando expressões: “desconfianças próprias de um espirito ignorante”, “hipócritas considerações”, “próprios de quem não quer ou não sabe, rigorosamente, do que está a falar,” “uma preocupante esquizofrenia de lógicas e contra lógicas”, “para além das mentiras, que são facilmente e continuadamente desmontadas”, “comum treinador de bancada, que só sabe falar, mas nada sabe fazer”, “ao não estudar devidamente o sector levantam levianamente raivosas atoardas, que têm por finalidade lançar a desestabilização”, e discorrendo sobre o passado desse cidadão: “Fez parte dos órgãos sociais de uma das cooperativas falidas e que nada fez para a salvar, a não ser a entregar em Assembleia Geral à GESBA”; “não foi capaz de desenhar uma estratégia alternativa à falência de uma cooperativa, quando lá estava e nunca conseguiu solucionar os problemas do sector”.

Este comunicado da GESBA, diz o Partido da Terra, não apresenta factos que contrariem as teses dos bananicultores descontentes; só apresenta meras conclusões do próprio trabalho da GESBA para além de enxovalhar publicamente um cidadão e desrespeitar a quem aderiu às suas ideias.

“Esta não é a primeira vez que a administração da GESBA procede desta maneira, o que significa que o alerta dado atempadamente pelo MPT sobre o enxovalhamento público de cidadãos não foi seguido”, entende o partido.

“Devíamos viver num Estado Democrático onde a livre expressão e possibilidade de associação imperam, e o senhor Presidente do Governo Regional devia ser um garante dessas Liberdades, pelo que a atitude de enxovalhamento público de um cidadão por mostrar suas opiniões pela administração da GESBA é inadmissível e devia ser tratada como tal”, denuncia o MPT.

O partido volta pois a solicitar ao presidente do Governo Regional a demissão da administração da GESBA por reacções inadequadas desta empresa pública a críticas.


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