O Caminho Agrícola da Caldeira será inaugurado no dia 11 de Abril, pelas 17 horas. Trata-se de um investimento municipal no valor de 1 milhão de euros, financiado a 85% pelo PRODERAM e 15% pelo orçamento camarário. Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira, estará presente.
De acordo com a autarquia camaralobense, o Caminho Agrícola da Caldeira servirá uma das maiores áreas de produção agrícola da Região. A construção desta infraestrutura foi um dos compromissos assumidos pelo actual executivo. A concretização foi confirmada aquando da inauguração da vereda da Calçada da Caldeira. A nova via serve cerca de 60 explorações da principal zona de abastecimento de produtos hortofrutícolas da região.
O investimento surge na sequência de um compromisso assumido pelo executivo da localidade no seu manifesto eleitoral, de investimento na construção e melhoria da rede de caminhos agrícolas do concelho.
Este novo arruamento, que servirá a área agrícola da Caldeira, ficará dotado de diversas infraestruturas, com destaque para a melhoria da rede de rega, rede de distribuição de água potável, rede de saneamento básico e iluminação pública.
O caminho agrícola desenvolve-se ao longo de 490 metros e dotará a zona de uma nova ligação entre o caminho da Areia e caminho do Terço.
A execução de uma nova rede de rega assume particular importância nesta intervenção, permitindo colmatar perdas existentes e facilitar o trabalho dos agricultores da zona.
“Este era um investimento importante para a população do Rancho e Caldeira. Foi uma necessidade assinalada pelos próprios em janeiro de 2018, aquando da inauguração das obras de alargamento da vereda da Calçada da Caldeira, a que o município prontamente acedeu, candidatando o projecto ao PRODERAM”, refere a propósito Pedro Coelho.
O edil agradece a todos os produtores que cederam os terrenos para a execução do caminho. “Os proprietários perceberam bem a importância desta nova via, para a melhoria das suas condições de trabalho, tendo cedido a totalidade dos terrenos necessários, ser sem preciso recorrer a expropriações.”
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