Cristina Pedra salienta benefícios fiscais para quem investe no Funchal

Na terceira e última sessão da “Informação ao Emigrante”, Cristina Pedra considerou a iniciativa um “êxito”, bem como a adesão que se tem verificado. 80 pessoas, em média, têm estado presentes em cada sessão, declarou, apontando que têm sido abordados “todos os aspectos (…) de entraves e burocracias ao nosso emigrante”, incluindo questões de documentação e segurança social.

Além destas explicações, a vice-presidente da CMF frisou a informação prestada, ao longo destas três sessões, sobre os programas municipais existentes de apoio ao investimento e ao comércio, nomeadamente o ALAVANCAR e o RE-ABRIR, no valor de meio milhão de euros, e cujos apoios podem chegar aos 80% “a fundo perdido”.

A sessão que hoje decorreu, na Sala da Assembleia Municipal, contou igualmente com a presença do vereador com o pelouro do Urbanismo, João Rodrigues, abordando “a actividade empresarial de investimento em imóveis”.

Neste sentido, Cristina Pedra deu o exemplo, em concreto, de que, num investimento de um milhão e 100 mil euros, para 20 apartamentos realizados nestas áreas, o investidor poupa 118 mil euros, face a essa construção se for realizada fora das zonas abrangidas pela reabilitação urbana, o que significa, reforçou, que vale a pena investir no Funchal, sendo ainda um esforço muito grande da CMF em dar instrumentos que possibilitem os investimentos.

No seguimento destas sessões de “Informação ao Emigrante, a vice-presidente frisou ainda que existem já candidaturas que deram entrada, no Balcão do Investidor, para os programas ALAVANCAR e RE-ABRIR, a que se acrescenta o acompanhamento de outras situações, havendo ainda pedidos dos conselheiros da diáspora para que sejam feitas apresentações para investidores nos países onde residem.

No campo dos apoios fiscais ao investimento, Cristina Pedra salientou ainda a eliminação da derrama, o que faz com que os empresários não sejam duplamente tributados, tal  como a devolução de 2,5% IRS aos munícipes, o que significa que, “neste momento, é mais barato estar a viver no Funchal”.