Albuquerque satisfeito com a vinda da Ryanair para a Região

No primeiro voo da Ryanair que aterrou esta manhã no Aeroporto da Madeira vindo da capital portuguesa, vieram 162 passageiros. O chefe do executivo madeirense considerou que a vinda da Ryanair aumenta a capacidade de oferta e de chegar a novos mercados, bem como promove a concorrência e faz baixar os preços das viagens aéreas.
Para o presidente da RAM, “hoje foi um dia muito importante para a Madeira”. Albuquerque falava no aeroporto à chegada do segundo voo do dia da operadora irlandesa, proveniente de Nuremberga, desta feita com 161 passageiros a bordo.
Questionado pelos jornalistas presentes na ocasião, o governante salientou que a operadora Ryanair vai disponibilizar 355 mil lugares por ano, durante quatro anos, com ligação a oito destinos directos (Dublin, Paris, Bruxelas, Milão, Nuremberga, Marselha, Manchester e Londres) e 42 frequências semanais para Lisboa e Porto. Tal significará para a Madeira uma oferta de 22% dos lugares que estavam disponíveis.
Para o presidente do Governo Regional, esta é uma ajuda muito importante para a Região poder abarcar novos mercados e ter maior mobilidade e maior capacidade concorrencial.
Miguel Albuquerque mostra-se satisfeito com a vinda da terceira companhia com operações regulares para a Madeira, sublinhando que fica agora a faltar a introdução, no Aeroporto da Madeira, do sistema LIDAR, “de modo a garantir-se uma melhor e maior operacionalidade do Aeroporto, sobretudo aquando de situações climatéricas adversas”.
Questionado sobre se esta nova companhia permitirá ter as tarifas das viagens bem mais baixas, Albuquerque considerou que, “neste momento, os preços estão a ser tabelados por baixo”. Mas, acrescentou, “como se sabe, os preços são flutuantes”.
“Contudo, quer para os voos internacionais, quer para os voos nacionais, os preços baixaram, graças precisamente a esta concorrência entre as operadoras”, enalteceu.
Nos picos da procura (férias de Verão, Natal, Páscoa, etc.), admitiu, “os preços serão mais caros do que agora, em época mais baixa, mas isso é uma realidade em todos os destinos”.
Sobretudo, “para quem marcar muito em cima dessas alturas”. “É aconselhável marcar com grande distância”, recomendou.