Azul, rosa, verde e roxo foram as cores com que se vestiu, no último dia de Fevereiro, o edifício da Câmara Municipal da Calheta. Trata-se das cores oficiais do Dia Mundial das Doenças Raras, uma forma de assinalar aquela efeméride.
Com isto, disse o presidente Carlos Teles, pretendeu-se “despertar consciências”. “A verdade é que todos nós podemos dar o nosso contributo e ajudar as pessoas que sofrem com este tipo de doenças que, por serem raras, muitas vezes são esquecidas e não têm o apoio que é devido”, declarou o autarca. A iluminação permaneceu acesa toda a noite.
Carlos Teles falava perante um grupo de alunos da EBS/PE da Calheta que, sob o ‘comando’ da professora Ana Isabel Serrão, idealizou a iniciativa e desafiou o Município a aderir a esta campanha internacional que anualmente junta dezenas de países.
O presidente da escola, Bernardo Gouveia, revelou-se orgulhoso dos seus alunos e vincou que “a escola também tem de ser um instrumento de formação para a cidadania”.
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