O Partido Popular Monárquico Madeira (PPM M), veio mais uma vez expressar a sua preocupação com o aumento de pessoas em situação de sem abrigo no Funchal, “e consequente aumento da criminalidade”.
Já em 2017, nas eleições para a autarquia do Funchal, o PPM, através da coligação FUNCHAL FORTE, abordou o tema, que na altura já era preocupante e que tem vindo a aumentar, refere uma nota de imprensa dos monárquicos.
“Chegámos mesmo a reunir com a direcção da casa de saúde São João de Deus e propusemos uma solução que passava por uma proposta de alteração da lei do internamento para estas pessoas”, refere o comunicado do PPM.
A dita proposta passava, numa primeira fase de internamento e tratamento, por acompanhamento psiquiátrico e psicológico, e na segunda fase, pelo acolhimento em instituições com capacidade de resposta e sempre com acompanhamento médico da especialidade e programas ocupacionais, “para que estas pessoas mais tarde possam vir a fazer uma vida em sociedade longe dos seus actuais problemas”.
“Hoje assistimos num meio de comunicação social que para tentar resolver a situação de insegurança a autarquia do Funchal irá colocar câmaras de videovigilância”, refere o PPM, que considera que tal não é suficiente, “pois estes cidadãos quando estão sob o efeito de produtos estupefacientes, não conseguem pensar por si e não é uma câmara de videovigilância que irá travar um crime estando o cidadão fora de si, sob o efeito de drogas”.
“É preciso que a autarquia e Governo Regional se unam e resolvam este problema da nossa sociedade em nome da segurança de todos os cidadãos funchalenses e de quem nos visita, nomeadamente o turismo”, conclui o PPM.
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