PPM quer implementar na Madeira boas práticas que levou para o Governo dos Açores

O PPM Madeira esteve hoje na Praça da Autonomia para o encerramento da campanha eleitoral.
A iniciativa junto à Praça da Autonomia foi para lembrar que caso o candidato Paulo Brito seja eleito, irá defender com unhas e dentes a autonomia da Madeira.
O coordenador e candidato, Paulo Brito, agradeceu aos outros Partidos e candidatos que elogiaram por várias vezes ao longo desta campanha, o Governo Regional dos Açores.
Paulo Brito recorda que o PPM faz parte do Governo Regional daquela região autónoma e foi quando o PPM entrou para o Governo Regional dos Açores que baixaram os preços dos combustíveis, baixaram o preço do gás, baixaram o IVA de 22 para 16 %, baixaram o IRC às empresas.
Recordou que foi quando o PPM entrou para o Governo Regional dos Açores que as 9 ilhas passaram a ter ferry 365 dias por ano sem interrupções.
O PPM Madeira defende para a Região Autónoma da Madeira este modelo de governação e tudo o que vem de outros partidos é uma mera cópia do que o PPM está a fazer nos Açores.
O coordenador Paulo Brito recorda ainda que o PPM Madeira é o único partido que defende a vinda do ferry com ligações à ilha de Porto Santo, pois os outros falam deste tema só porque está na moda a defesa da vinda do ferry.
Perante o projecto que o Governo Regional tem de fazer uma rampa ferry no cais 8, o PPM apresenta a proposta para que a construção da mesma seja feita entre a lota e o cais 6, dando assim maior protecção aos barcos de pesca.
Em relação à análise deste tempo de campanha eleitoral, dentro dos objectivos e mesmo cancelando algumas iniciativas, nomeadamente acções de rua, porque o PPM entende que em tempo de pandemia é cumprindo com as normas da DGS e SRS considera que os partidos devem ser os primeiros a dar o exemplo aos cidadãos.
“Fomos ao encontro das campanhas eleitorais que já se fazem por toda a Europa, sem a poluição visual de outdoors e sem fazer gastos inúteis ao erário público, pois todos nós vemos os grandes partidos a gastar “rios de dinheiro” de subvenções estatais, dinheiros esses que deveriam ser canalizados para resolver os problemas reais do País”, disse.

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