Vítor Sardinha lança amanhã na Quinta Magnólia livro sobre Max

foto R. Marote (arquivo): em destaque, o músico e investigador Vítor Sardinha

O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, estará presente, amanhã, dia 20 de Janeiro, pelas 18 horas, no Centro Cultural da Quinta Magnólia, na cerimónia de apresentação do livro «Max – Percurso e Vida Artística», que resulta de uma extensa recolha realizada pelo musicólogo Vítor Sardinha.

A apresentação deste título será feita pela actual directora de Serviços dos Museus e Centros Culturais, Graça Alves.

No decorrer da apresentação será proporcionado um apontamento musical: Nuno Nicolau tocará três peças de Max, um pouco ao estilo do “Noites da Madeira”

Para além de várias entidades civis, estarão no evento vários familiares de Max, incluindo três dos seus bisnetos que pela primeira vez visitam a Madeira.

«Max – Percurso e Vida Artística» o livro agora editado, traça a longa carreira de Maximiano de Sousa desde o Funchal dos anos 30, até à sua última atuação realizada no Teatro São Luiz em Lisboa, no dia 12 de Abril de 1980.

Do extenso espólio documental e fotográfico do artista Maximiano de Sousa «Max», foram seleccionadas várias temáticas que compõem o trabalho de pesquisa que se iniciou em 2018.

Durante três anos foi possível compilar, organizar e sistematizar com base no acervo doado à Região Autónoma da Madeira pela família de Maximiano de Sousa (mas também a partir da imprensa escrita, nacional e internacional) vários trabalhos: Biografia Artística, Livro de Canções (repertório), Coleção de Postais (temáticos: Max no Music Hall, Max no Teatro de Revista, Max no Fado, Max na divulgação da Viola de Arame e Traje Regional Madeirense), Levantamento Discográfico e Levantamento de Programas Radiofónicos (arquivo da Emissora nacional).

Foi ainda reunida toda a documentação, pessoal e profissional (o que incluiu contratos, cartas de recomendação, pedidos de colaboração artística, cartas de agradecimento, certidões, carteiras profissionais, passaportes, entre outros). Esta última etapa serviu também o propósito da comunicação do artista «Max», enquanto figura pública com o meio artístico, social e cultural do seu tempo, refere uma nota da Quinta Vigia.


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