Jovens madeirenses engajados na greve climática estudantil internacional

Fotos: Rui Marote

Um conjunto de jovens madeirenses associaram-se esta sexta-feira à greve climática estudantil que se desenvolveu em cerca de 1500 iniciativas espalhadas pelo mundo, em diferentes países. 14 cidades portuguesas, incluindo o Funchal, associaram-se á acção, na qual jovens inspirados, entre outros, pela activista Greta Thunberg procuram sensibilizar os adultos e particularmente aqueles com responsabilidades políticas, para o facto de que a nossa casa comum, como lhe chamou o papa Francisco, está efectivamente a arder e que há que tomar medidas imediatas e excepcionais para a proteger.

Isto acontece numa altura em que o próprio secretário-geral da ONU, António Guterres, lança um pungente alerta para o aquecimento global, que os peritos estimam venha a cifrar-se, nos próximos cem anos, num aumento de 2,7 graus centígrados, muito acima do limite considerado sustentável de 1,5 graus centígrados preconizado como o máximo aceitável pelos cientistas.

As imagens colhidas pelo repórter fotográfico do FN demonstram o engajamento de pelo menos várias dezenas dos nossos jovens neste tema, que não poderia ser mais importante. Recorde-se que nestas manifestações estudantis cabem ainda outras temáticas, além do clima: estas são também manifestações contra a intolerância e o racismo.

Os jovens em questão concentraram-se na tarde de sexta-feira na praça frente ao parlamento regional.