Por estes dias celebrou-se o dia da Cidade do Funchal, onde novamente fomos agraciados por uma diversidade de cenários sobre a situação atual da Cidade. Em especial, em época de autárquicas as versões vão se tornando ainda mais criativas.
Mas revendo a história da cidade do Funchal, nesta última década, sabemos que o ano de 2013 foi o ano de novos ciclos, o ano de mudança, que marcou de forma clara a participação cívica e a dedicação à causa pública por muitos cidadãos, observando-se a alternância política em vários concelhos da Região. Foi a expressão clara de vários madeirenses que desejam ver uma região mais democrática, e uma ação política mais transparente e articulada, quando outrora não seria possível aferir onde começava a ação do governo e terminava a do autarca.
Tem sido feito um caminho e não foi uma decisão fácil para muitos destes cidadãos que decidiram sair do seu anonimato e conforto das suas vidas, e fazer parte deste novo ciclo, pois é um caminho que exige muita dedicação, resiliência e espírito de missão. Mas é importante percorrê-lo, porque acreditamos que a política não é para alguns, mas sim para todos, e só assim o é, se houver vontade dos cidadãos e cidadãs dela fazerem parte.
É bom ver novos rostos que se vão juntando ao projeto que se iniciou em 2013, fortalecendo-o, porque acreditam no trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e bem visível, como é exemplo a cidade do Funchal.
A verdade é que hoje é possível fazer uma comparação e constatar que, desde 2013, com menos foi feito muito mais, foram, no caso do Funchal, criados novos apoios como por exemplo à compra de medicamentos, à natalidade, à creche e jardim de infância, aos materiais escolares, ao ensino superior, à habitação e arrendamento, entre outros. Hoje, sabemos que com este Município podemos contar, e tem sido este reconhecido além fronteiras, por organizações nacionais como cidade educadora e amiga das famílias.
Mas não foram apenas alguns cidadãos que sentiram a proximidade da autarquia do Funchal, dinamizou-se esta cidade, apresentando várias iniciativas para todos os funchalenses, para os visitantes e para os empresários, dando vida ao comércio tradicional, ou reabilitando-se áreas e edifícios em zonas anteriormente sombrias e esquecidas, promovendo segurança a quem lá vive ou passa. Viu-se investimento no Almirante Reis, na rua Imperatriz Dona Amélia, rua do Bom Jesus, rua Fernão de Ornelas, Parque de Santa Catarina, Jardins da Ajuda, Estrada Monumental, mais recentemente a zona do Matadouro, destacando estas zonas mais conhecidas, mas sem esquecer outras também muito significativas, como as zonas altas da cidade, cuja mudança ou dinamização fizeram diferença no dia a dia das pessoas que lá residem.
Para além do elevado investimento que tem sido feito na renovação das redes de água e saneamento básico, que estavam em elevado estado de degradação e que viram neste mandato uma aposta importante.
É realmente visível uma mudança na forma de gerir os espaços públicos, são estes agora mais acessíveis a qualquer cidadão. Muitas vezes foram alvo de críticas todas estas mudanças, é natural, faz parte de um processo construtivo, mas depois de se “estranhar e entranhar”, constata-se que foi uma mudança, agora consensual, para melhor e para usufruto de todos de igual forma, em convergência com outras cidades europeias, merecendo até reconhecimento nacional e internacional, sendo exemplo, a distinção por parte da Comissão Europeia destes vários projetos urbanísticos.
É também visível a maior oferta cultural e proximidade do Teatro Municipal ao cidadão madeirense e aos artistas madeirenses, com uma oferta alargada que abrange toda a população, democratizando desta forma a cultura no Funchal. No apoio ao desporto, o Funchal tem tido várias iniciativas apoiadas e promovidas pelo Município, com reabilitação de recintos desportivos, sendo este premiado como Município Amigo do Desporto, novamente por entidades externas.
Igualmente assistimos à maior proximidade do Município ao cidadão, existe atualmente um rosto acessível e de portas abertas para que este seja sempre ouvido, quer de forma presencial ou digital, com a criação da Loja do Munícipe, do Balcão do Investidor ou de um portal digital, como o Funchal Alerta, bem como através das audições com os próprios autarcas. Hoje o Funchal está mais perto do cidadão, quer do residente que permanentemente vive na Região, quer do funchalense que vive lá fora.
É hoje também possível o cidadão sugerir investimentos através do Orçamento Participativo, e no caso dos mais jovens, na Assembleia Municipal Jovem, momentos estes que os mais novos têm aproveitado para propor, de forma altruísta, projetos inclusivos na cidade do Funchal.
Em suma, estes são alguns dos exemplos de uma mudança que tem merecido a confiança dos funchalenses. Uma mudança que tem construído uma sociedade melhor, apesar dos sucessivos bloqueios e chumbos do orçamento da Câmara Municipal do Funchal, por parte da oposição.
Se hoje se respira mais liberdade e participação no Funchal, deve-se à coragem e determinação do cidadão Funchalense, que em 2013, deu a oportunidade a uma nova forma de fazer política na Região, mais plural e participativa. Por isso agora, para mim, só há um caminho a continuar e um projeto a confiar neste próximo ato eleitoral.
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