Jacinto Serrão quer reduzir impostos municipais em Câmara de Lobos

A redução dos impostos municipais e das taxas que a Câmara Municipal de Câmara de Lobos aplica sobre as famílias é um dos grandes objectivos de Jacinto Serrão. Para além desta medida, que tem impacto directo no poder de compra das famílias, o candidato do PS pretende criar um conjunto de soluções que promovam a fixação da população no concelho e que ajudem a “combater” os problemas estruturais que tem visualizado nas várias visitas que tem promovido pelo município, refere uma nota do PS.

Em conferência de imprensa realizada esta manhã por via electrónica, Jacinto Serrão defendeu um conjunto de medidas que visam “apostar num desenvolvimento sustentado do concelho, com mais atractividade para os investimentos, mais emprego, melhoria do poder de compra e qualidade de vida das pessoas”.

O objectivo traçado pelo candidato passa por transformar Câmara de Lobos “num concelho moderno, que fique na moda para atrair mais visitantes, fixar a população e criar melhor qualidade de vida”, combatendo o despovoamento crescente em várias freguesias.

“Podemos baixar impostos, podemos baixar as taxas que a própria câmara municipal aplica sobre as famílias do concelho de Câmara de Lobos. Queremos apoiar os jovens e os casais jovens a se fixarem nas localidades onde nasceram, com o apoio à habitação a custos controlados, apostando também nas acessibilidades e no saneamento básico e também pondo as escolas, muitas delas desativadas, a funcionar para dar uma resposta aos jovens que nascem neste concelho e que aqui precisam de estudar, sem terem necessidade de procurar respostas no Funchal”, preconizou o socialista.

Jacinto Serrão reforçou mesmo que, “infelizmente, apesar da propaganda que é feita, Câmara de Lobos apresenta dos piores indicadores em relação aos outros concelhos do ponto de vista estatístico, quer no poder de compra, quer nas acessibilidades, quer no saneamento básico e também nas políticas para fixar as populações nas localidades, principalmente nas freguesias das zonas altas”, criticou.