PSD convicto de vitória em Santana, nas autárquicas

Miguel Albuquerque deixou, ontem, a garantia de que a vitória nas próximas eleições é possível pela lista do PSD-M em Santana, e que a mudança política, neste concelho, “é a resposta que se impõe para recuperar o desenvolvimento e a qualidade de vida que faltam”. As palavras foram ditas num encontro de militantes que envolveu os diferentes candidatos às autárquicas e que, respeitando as normas de segurança em vigor, não deixou de ser claramente ilustrativo da união e mobilização em torno do projecto liderado por João Paulo Luís.

Conforme destacou o presidente do PSD/M, tal irá traduzir o melhor programa para a população, reúne os melhores candidatos e garante, por isso, o alcance dos objetivos a que o partido se propõe, centrados na captação de investimento e geração de emprego, na atracção de novos residentes e consequente combate à desertificação e numa atenção muito clara e objectiva quanto às necessidades sociais.

Miguel Albuquerque afirmou na oportunidade que o PSD/M sempre foi e continua “a ser um partido de proximidade e de palavra, que honra os seus compromissos e que cumpre tudo aquilo a que se propõe”, assegurando que o Programa a apresentar ao eleitorado de Santana será, à semelhança do que é a actuação do PSD/M, “para cumprir”.

Mencionou ainda investimentos actualmente em curso e a concretizar, entre os quais se destaca a obra de ligação entre a Ribeira de São Jorge e o Arco de São Jorge e o futuro Lar de São Jorge.

Reiterando o seu total apoio a João Paulo Luís e a toda a sua equipa, o líder dos social-democratas madeirenses mostrou-se confiante, apelou à união e deixou claro que, em política, “não há adversários imbatíveis”.

Já o candidato do PSD/M à presidência da Câmara Municipal de Santana, João Paulo Luís, assumiu que a sua candidatura visa garantir um novo rumo para o concelho, com estratégias muito claras que pensem no dia de amanhã e no futuro das novas gerações e, não, apenas na gestão corrente e nas políticas avulsas, limitadas ao imediato, que, acusa, caracterizam o actual Executivo.