JPP denuncia: Unidade de rastreio do Aeroporto sem capacidade de resposta

Numa iniciativa desenvolvida hoje, junto à unidade de rastreio do aeroporto, o deputado do JPP, Paulo Alves, recordou a resolução nº 1032/2020, que determina a obrigatoriedade de “todos os viajantes com residência na Região, incluindo emigrantes madeirenses e estudantes que estão a estudar fora da Região, efectuarem o segundo teste PCR entre o 5º e 7º dia após a realização do primeiro teste”.

O problema, segundo Paulo Alves, está no agendamento do segundo teste, pois “o JPP tem conhecimento de várias pessoas que estiveram a aguardar pelo agendamento do teste e nunca receberam qualquer informação”.

“Ninguém responde aos e-mails, os contactos que estão no panfleto que são distribuídos à chegada do aeroporto estão desligados e, mesmo que as pessoas contactem para o número fixo, ninguém atende”, garante o partido.

Ora, o deputado questiona: “Como serão justificadas as faltas ao trabalho destas pessoas que começaram a faltar para além do número de dias necessários enquanto aguardam pelo 2º teste?”

Paulo Alves refere anda ser compreensível o avolumar de trabalho, considerando” o aumento de situações em análise e o próprio aumento do número de casos positivos, o que obriga a uma coordenação das equipas comunitárias”, contudo considera necessário que o Governo adopte novas medidas, com a colocação de mais pessoal especializado nesta unidade pois só assim haverá capacidade de resposta.

“Há que ter em consideração a capacidade de resposta não só para a realização de testes como para a própria validação de quem já os fez nos países de origem. A unidade de rastreio do aeroporto consolida o nosso cartaz de visita, fundamental nesta fase, num dos sectores mais afectados pela pandemia”, refere ainda este parlamentar.


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