Rui Marote
Os patos que vivem nas ribeiras do Funchal não são neófitos nisto de assuntos aquáticos e sabem fugir à fúria das águas quando as coisas se tornam complicadas. Nesta manhã, resolveram visitar a iluminação do cais do Funchal, não lhes tendo sido exigido, neste caso, o uso de máscara anti-Covid.
Na marina velha aguardam, entretanto que o turbilhão das ribeiras acalme, enquanto meditam no velho ditado “barcos varados, gaivotas em terra”. Neste caso, é mais “ribeiras em fúria, patos no cais”…
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