CDS afirma que a sua proposta que causou burburinho na Assembleia Municipal “é legal”

O CDS acusou hoje a Coligação Confiança de recusar-se a discutir uma proposta do CDS para isenção do pagamento das rendas dos espaços comerciais concessionados pelo Município do Funchal, durante Julho, Agosto e Setembro, assegurando que a dita proposta é “legal”.

“Esta tarde, o Presidente da Câmara Municipal do Funchal, os vereadores e os restantes deputados municipais da coligação Confiança, abandonaram os trabalhos da Sessão Extraordinária, solicitada pelo CDS ao Presidente da Assembleia Municipal”, referem os centristas. Acrescentam que na base desta desistência está uma proposta de deliberação, “proposta essa que é legal e que foi entregue pelo CDS, no sentido de ser discutido, na Assembleia Municipal, a isenção das rendas aos concessionários tutelados pela Câmara Municipal do Funchal.

O CDS diz repudiar a posição política de Miguel Silva Gouveia e ainda “da Senhora Vice Presidente, que se ausentaram da referida discussão e análise da proposta, não permitindo que os deputados eleitos pelo povo do Funchal se pudessem pronunciar sobre um assunto que é de extrema importância para os pequenos empresários, situados no Mercados dos Lavradores e no Mercado da Penteada”.

Os centristas afirmam ainda que devido a esta atitude do edil, que se recusou a discutir a proposta, “serão 151 os comerciantes que sairão afectados por esta atitude do executivo”.