Grupo informal “TaxisRam” levou preocupações a José Manuel Rodrigues

O grupo informal “TaxisRam” foi hoje recebido pelo presidente da Assembleia Legislativa Regional, José Manuel Rodrigues, a quem já tinham enviado um documento expressando a sua linha de pensamento relativamente à chamada “Lei Uber”, que regulamenta a entrada de serviço de táxi, na Região, com viaturas descaraterizadas.

Uma representação daquele grupo, que vem assumindo um papel interventivo e público em defesa dos profissionais de táxi, face a esta concorrência que consideram incumpridora de regras que deveriam estar subjacentes à respetiva regulamentação, foi recebida em audiência no Parlamento.

Os responsáveis têm lembrado, nas inúmeras ações que têm levado a efeito, que a vinda deste serviço, sem acauletar algumas situações, designadamente o número de viaturas, poderá corresponder à “morte” dos taxistas e respetivas famílias, pelo que pedem a intervenção das entidades regionais para uma maior sensibilização sobre o assunto.

“Para que não haja concorrência desleal, Paulo Pereira, representante dos taxistas, defende “um contingente para as viaturas” TVDE, a implantação de “dístico não amovível” e recomenda que “as viaturas TVDE façam somente o serviço TVDE”, de modo a “não prejudicar a classe de táxi na Região Autónoma da Madeira”, refere uma nota publicada no site da Assembleia.

José Manuel Rodrigues registou as preocupações dos profissionais de táxi e prometeu transmiti-las aos deputados da Comissão Especializada de Economia, Finanças e Turismo que neste momento se encontra a auscultar os parceiros sociais.

A adaptação à Região da denominada “Lei Uber” está em discussão no Parlamento Madeirense.


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