O padre Ricardo Freitas, pároco do Porto Moniz, Santa e Achadas da Cruz, deu a conhecer aos paroquianos, através dos meios digitais do Município, que não retoma já as missas com fiéis em virtude de não ter, ainda, todas as condições que correspondam às medidas recomendadas pelas autoridades de saúde. Diz que “as celebrações dominicais voltarão nos próximos dias 16 e 17 de Maio, com as celebrações a ter lugar nas Igrejas e na Capela dos Lamaceiros em horário redobrado.
O padre Ricardo revela, ainda, que durante a próxima semana “voltaremos a celebrar as missas semanais nos horários habituais:
Terça-feira: Porto Moniz: 18h00 Cartório; 19h00 Missa
Quarta-feira: Achadas da Cruz: 08h30: Missa, seguida de Cartório
Lamaceiros: 18h00 Cartório; 19h00 Missa
Quinta-feira: Santa: 18h00 Cartório; 19h00 Missa
No Sábado:
08h00: Lamaceiros
09h30: Achadas da Cruz
17h00: Achadas da Cruz
18h30: Lamaceiros
No Domingo:
09h30: Santa
11h00: Porto Moniz
17h00: Santa
18h30: Porto Moniz
Também nesta informação, o pároco do Porto Moniz publica as regras a observar por parte dos paroquianos:
Normas para a celebração comunitária da Eucaristia na Diocese do Funchal a partir de 9 de Maio de 2020. Estas normas poderão ser revistas desde que a situação sanitária a isso obrigue.
• A celebração será feita apenas na igreja paroquial, reitorias ou oratórios de comunidades religiosas.
• Deve ser criado em cada igreja um grupo responsável pelo acolhimento (confraria, catequese, escuteiros…) que ajude a entrada dos fiéis.
• Antes de entrar na Igreja todos devem desinfectar as mãos com uma solução à base de álcool-gel ou similar e ser portador de máscara protectora.
• Apenas pode ser admitido a participar 1/3 da capacidade do lugar de culto.
• Se necessário e for possível, peço aos sacerdotes que multipliquem as celebrações da Eucaristia, que não devem ultrapassar indicativamente os 40 minutos.
• Os lugares que podem ser ocupados devem estar marcados com um adesivo ou autocolante de cor que contraste com a do banco, de forma que as pessoas saibam exatamente onde se deverão sentar. Não se deve permitir que alguém se sente fora dessas distâncias.
• O diálogo individual da comunhão (“O Corpo de Cristo” — “Amen”) pronunciar-se-á de forma coletiva depois da resposta “Senhor, eu não sou digno…”, distribuindo-se a Eucaristia em silêncio.
• A comunhão deve ser dada na mão, depois de os ministros (com máscara) terem desinfectado as mãos. Devem desinfectá-las também depois da distribuição da comunhão.
• Para a comunhão, os fiéis deverão vir pelo corredor central da igreja e regressar pelos corredores laterais.
• Após a celebração, todos os fiéis devem regressar a casa, sem qualquer convívio no adro ou noutro espaço da igreja.
A comunhão pode ser levada aos doentes por Ministros Extraordinários da Comunhão, desde que respeitadas as regras de segurança sanitária.
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