
À questão formulada pelo FN, sobre o plano da Região de retoma da atividade num contexto sanitário específico de poucos casos de covid19, portanto, de falta de imunidade geral, o presidente do GR expressou o seu total desacordo de fazer experiências para reforçar a imunidade geral.
Dando como exemplo os suecos, que abriram para ganhar imunidade e agora estão a experimentar os custos na saúde dessa situação, Miguel Albuquerque garantiu que fazer o mesmo na Madeira seria uma catástrofe, ao descontrolo e aumentar o medo da população.
Por isso, lembrando que o vírus não afeta só os idosos, o presidente garantiu: “Não quero assumir, nem aceitar essas teorias na Madeira, no sentido de que, para atingir um maior grau de imunidade, tem de morrer muita gente ou colocar em contacto direto com o vírus”.
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