
“Não podemos brincar em serviço. Não podemos baixar a guarda”. Foi com estas frases que Marcelo Rebelo de Sousa anunciou, hoje, que é sua intenção prolongar o estado de emergência, em Portugal, até 1 de maio, lembrando que os números de hoje, dia em que se registou o pior número em termos de novos infetados em 24 horas, revelam que é preciso estarmos atentos. O Presidente vai ouvir os especialistas mas já tem a ideia formada. A proposta ainda vai à Assembleia da República.
Marcelo alertou os portugueses que aquilo que fizermos neste período da Páscoa terá repercussões para o final de abril. O Presidente da República diz que se queremos abrir perspetivas relativamente a maio quanto ao ano letivo e noutros setores da atividade, temos de garantir que há uma evolução até final de abril, não só no número de novos casos, mas de um decréscimo no número global.
No que se prende com o ano escolar, Marcelo diz que ” solução para o final do ano escolar “foi a possível”, sublinhando que “é importante fazer o possível para cumprir exames e evitar as passagens administrativas, situação que depende de condicionalismos que todos nós não podemos prever neste momento”.
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