
O presidente da Assembleia Regional reafirmou hoje a necessidade de um pacto alargado para enfrentar as consequências da crise provocada Pela COVID-19, lembrando ser “evidente que esta pandemia está a provocar uma paralisação económica com prejuízos incalculáveis que terão necessariamente consequências, no emprego, na perda de rendimento das famílias e no aumento da pobreza e da exclusão social”.
José Manuel Rodrigues falava no âmbito da reunião da Comissão Permanente, hoje reunida na Assembleia, considerando que “situações de exceção exigem medidas de exceção. Renovo o apelo para a elaboração de um pacto entre o Governo, Partidos, Associações empresariais, Sindicatos, empresas e trabalhadores para salvar a nossa economia. Haverá encerramento de empresas, dispensa de trabalhadores, desemprego, perda de rendimento das famílias e aumento da pobreza. Só unidos poderemos evitar que a recessão se transforme numa profunda depressão económica. Para os cidadãos a escolha é entre estar confinado em casa durante 30 dias ou recuar 30 anos no nosso crescimento económico e no nosso desenvolvimento”
O presidente da ALRAM enalteceu o comportamento dos madeirenses que “deram desde o início uma lição de civismo e de solidariedade, cumprindo as regras aconselhadas e impostas pelas autoridades sanitárias e pelo Governo Regional no combate a esta pandemia.
Ainda antes da Declaração do Estado de Emergência, já na Região se aplicava a maioria das normas e recomendações que vieram a ser implementadas mais tarde no país em termos de controlo sanitário e de prevenção contra o vírus. Muitas dessas medidas extremas afetaram a nossa vida normal, mas a salvaguarda dessa mesma Vida está acima de tudo. É por isso que manifesto a minha solidariedade e o desejo de melhoras aos que estão doentes e saúdo todos os profissionais de Saúde que estão na linha da frente, arriscando as suas vidas para salvar outras vidas, os bombeiros, os elementos da proteção civil, as forças policiais e militares, os voluntários, bem como todos aqueles que continuam a trabalhar para garantir o abastecimento e os serviços públicos essenciais às famílias madeirenses e porto-santenses. Estes são os heróis deste tempo que enfrentam incertezas e não olham a medos para servir a população”.
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