O primeiro ministro António Costa anunciou hoje as medidas a adotar no âmbito do “estado de emergência”, com o objetivo de assegurar a máxima contenção com a mínima perturbação, sendo que a proteção dos mais vulneráveis é num dos pontos importantes. Foi decidido criar um gabinete de crise.
Costa diz que os doentes com COVID-19 e os que se encontram sob vigilância deverão estar em isolamento obrigatório, seja por internamento hospitalar ou em casa. Pessoas com mais de 70 anos é imposto dever especial de proteção.
Para o resto da população, há o dever de recolhimento. Os restantes e bares estarão fechados, sendo recomendado apenas o serviço de take away ou entregas. As lojas do cidadão estarão encerradas, bem como lojas, centros comerciais.
Padarias, bombas de gasolina, supermercados e quiosques podem estar abertos. Os estabelecimentos abertos devem atender à porta ou ao postigo para proteção dos trabalhadores, sendo que o conjunto de medidas devem ser fiscalizadas Pelas forças de segurança. Os transportes públicos terão lotação mais reduzida,
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