
A declaração de “estado de emergência” ainda não mudou muito a vida dos madeirenses, até porque as medidas concretas, que excluem o recolher obrigatório, deverão ser conhecidas nos próximos dias, designadamente maiores condicionalismos de circulação.
Uma situação que já era visível e que hoje se constata ainda mais, prende-se com a afluência aos supermercados, uma vez que o cumprimento das regras de distância, exigidos pela necessidade de uma prevenção acrescida para manter os abastecimentos, está a registar elevados tempos de espera além de que a reposição dos produtos não está a ser feita na proporção da procura.
As medidas de salvaguardada da saúde de funcionários e clientes são bem aceites e a espera tem sido feita de forma tranquila, mas muitas pessoas manifestam preocupação relativamente aos próximos dias e próximas semanas, altura em que a procura pelos produtos alimentares pode ser ainda maior e as filas poderão rapidamente passar de umas dezenas, o que acontece agora, para centenas, o que pode acontecer depois, então com previsíveis situações complicadas para gerir em termos de segurança.
São muitos os que optam pelos pequenos supermercados, menor afluência, menos contactos, aparentemente mais seguro para cumprir com as precauções da COVID-19. A disponibilidade dos produtos não é das grandes superfícies mas a opção de momento vai mesmo para as opções de maior segurança, até porque mesmo cumprindo a distância de segurança, já é alargado o tempo de espera e de permanência próxima de pessoas,
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





