A JSD/Madeira congratulou-se publicamente pela criação e respectiva inclusão, no Orçamento de 2020, do Programa de Apoio ao Arrendamento e à Aquisição de Habitação. Uma medida que o Governo Regional se prepara para implementar, correspondendo a uma aspiração desta estrutura, plasmada, inclusive, na Moção Liderar a Esperança, apresentada ao XII Congresso da JSD/ Madeira e tendo como primeiro subscritor o actual líder Bruno Melim. Uma medida na altura defendida atendendo à necessidade de dotar os jovens casais de melhores condições de acesso ao arrendamento, uma vez que era notório que o “Porta 65” oferecia uma resposta insuficiente, refere uma nota às Redacções.
A proposta agora levada a cabo pela Secretaria Regional da Inclusão e Cidadania “vem, precisamente, ao encontro das nossas preocupações e ao encontro daquelas que são as principais dificuldades sentidas pelos mais jovens, com base num Programa que extravasa o típico apoio social, tratando-se, acima de tudo, de uma resposta social que se traduz num pontapé de saída para aqueles que estão a começar as suas vidas”, realça o líder da JSD/Madeira, sublinhando que se trata, igualmente, “de um complemento importante que vem permitir, de forma transversal e a todas as famílias, receberem um apoio de 2/3 do valor da renda até um limite máximo de 200 euros, sendo que os mais jovens, os deficientes e aqueles que querem viver fora dos grandes centros urbanos têm uma majoração de 25 euros”.
Atendendo a todos estes factores, Bruno Melim considera “que esta é uma decisão política que se revela estruturante na definição das políticas de atracção e fixação dos jovens, bem como, de combate à desertificação” e reconhece que se trata mesmo de uma medida “com enorme validade e importância dentro do ORAM 2020”, uma vez que possibilita uma habitação “condigna para todos aqueles que se preparam para iniciar as suas vidas na Região”.
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