
O Governo Regional deixa expresso, na sua proposta de programa que passará a ser discutido no Parlamento, aquilo que pretende relativamente ao Serviço Regional de Proteção Civil: “um serviço moderno, eficiente, eficaz e participativo”. Para isso, “torna-se fundamental definir uma estratégia de proximidade com todos aqueles que contribuem para a proteção e o socorro, formar e apetrechar o dispositivo de resposta regional com valência e meios adequados e adotar uma cultura de proximidade com o cidadão comum, ganhando maior confiança de todos quantos esperam do SRPC o apoio em situações que vão para além da normalidade”
O Executivo quer “contribuir para um SRPC mais participativo passando isso, igualmente, por contribuir para o empowerment da população residente permitindo dotada de procedimentos eficazes e eficientes nas suas medidas de autoproteção, bem como dos que lhes são mais próximos”.
Como orientações estratégicas, o Governo defende:
. Prestar socorro eficaz e eficiente em todas as suas dimensões adequado à RAM.
. Aperfeiçoar as capacidades de Comando, Controlo e Comunicações das ações de Proteção Civil.
. Aumentar a cultura de Proteção Civil da População da RAM.
. Reforçar a capacidade de prevenção dos Riscos.
. Aumentar a capacidade dos meios e dispositivos disponíveis. .
Aumentar a capacidade de proteção dos agentes.
. Manter a presença dos meios aéreos próprios para combate a incêndios.
. Incrementar o programa POCIF. .
Manter a relação de contrato-programa com as Associações Humanitárias de Bombeiros. . Aumentar os níveis de formação e qualificação dos agentes de proteção civil na RAM.
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