
O CDS-PP propõe a criação de um “Conselho de Ilha” para o Porto Santo, integrando agentes políticos e representantes de associações económicas, culturais e sociais daquela ilha. Ao mesmo tempo, aposta na atratividade fiscal para “atenuar a dupla insularidade”.
Estas são duas das medidas apontadas pela equipa liderada por Rui Barreto, constantes do programa de governo do CDS para a Legislatura 2019-2023, um documento que ganha contornos de maior relevância se atendermos a que o partido está em negociações para formar o próximo Governo da Região, apoiando o partido mais votado, o PSD, mas que não tem maioria absoluta e por isso é obrigado a negociar.
Nesta capítulo dedicado ao Porto Santo, o programa de governo CDS pretende impulsionar as potencialidades ligadas às atividades marítimo-turísticas, restauração, hotelaria, ambiente, agricultura, economia do mar talassoterapia, turismo de saúde, através de um regime fiscal favorável, descendo a taxa de IRC de 21% para 15%”.
O CDS quer que os trabalhadores do privado também recebam o subsídio de insularidade, como acontece com os funcionários públicos, indicando também a necessidade de promover uma OID (Operação Integrada de Desenvolvimento), lançada no início deste século e cujas infraestruturas continuam subaproveitadas”.
Para ir ao encontro da solução para um dos problemas que registou enorme polémica este verão, a diversão noturna perto de zonas residenciais, o CDS propõe a delimitação de áreas para diversão e eventos noturnos que “não prejudiquem a segurança e tranquilidade da ilha”.
E chegámos aos transportes, onde o partido pretende “ligações marítimas todos os dias do ano, além de quotas para os residentes, incluindo também os transportes aéreos, em períodos de maior afluência”. E quer a “revisão do contrato de concessão da linha aérea e das obrigações do serviço público para tornar o preço das passagens mais acessível”.
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