A candidatura do Bloco de Esquerda à Assembleia da República esteve na rua a contactar as pessoas, no dia da última viagem do ferry. E o candidato disse que “a Madeira teve uma ligação marítima de passageiros entre 2008 e 2011 sem ajudas públicas, nesse periodo o Armas pediu segunda frequencia semanal, e adquiriu um navio mais adequado para esta rota”.
Ernesteo Ferraz lembra que “foram criados obstáculos artificiais, como a subida das tarifas portuárias em um milhão de euros por ano, restrições ao transporte de carga, apenas para proteger o monopolista do transporte de carga marítima”.
Posteriormente o Governo de ALbuquerque criou uma farsa de consulta com as mesmas condições restritivas, de proposito para não atrair interessados. sempre com o intuito de proteger os interesses instalados.
Finalmente foi feito um concurso à medida ao qual apenas o grupo sousa se candidatou com o pagamento de tres milhões para fazer 12 viagens. Com tarifarios absurdos para proteger o negocio dos porta-contentores do mesmo grupo.
O PS promete um ferry todo o ano por 12 milhões, financiados pela República – isso significa reforçar a engorda dos lobies, o Governo com esse montante deve financiar a criação de uma empresa publica para gerir o ferry.
A ministra do Mar nunca se interessou pela ligação ferry, desdenhou a ideia, disse que a contiuidade territorial estava satisfeita pela via aérea. mas quando o ferry chegou a Portimão pela mão do grupo Sousa mudou de ideias e foi ate la participar numa cerimónia.
A Autonomia serve para criar milionários deve antes servir as necessidades da população em geral.
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