Calado anuncia que a reabilitação da Ribeira Grande é obra que vai para o terreno ainda este ano

Calado santo antonio 2O vice presidente do Governo Regional foi hoje a Santo António anunciar que “já está em fase de qualificação prévia (ou seja, em fase de admissão de propostas), a obra de canalização e reabilitação da Ribeira Grande, junto ao Campo do Andorinha. E venho confirmar que esta empreitada, que representará um investimento superior aos 16,5 milhões de euros, irá para o terreno ainda no final deste ano”.

Isto depois de “o Governo Regional ter dado mais um passo em frente no caminho do desenvolvimento local e da qualidade da mobilidade, da segurança dos percursos e do aumento do conforto da população de Santo António, com a ambicionada conclusão da primeira fase da “Cota 500”, que veio abrir o troço entre o Caminho do Laranjal Pequeno e o Caminho da Ribeira Grande”.

Pedro Calado desejou votos que ” o novo ano possa representar, a continuação da obra permanente de progresso e desenvolvimento iniciados há 40 anos na nossa terra. Queremos continuar a prosseguir o futuro, baseado num passado que foi exemplo de crescimento e prosperidade. É nisso que estamos empenhados e estou confiante que assim acontecerá. Esta é, portanto, a altura de renovar a vontade, reforçar a mensagem e preparar, de forma sólida, o caminho do futuro”.

O governante lembra que “a modernização e o desenvolvimento não serão alcançados, se as realidades prometidas se colocarem apenas num horizonte longínquo – para lá de 2020 e até 2026, como afiançam alguns que querem responsabilidades políticas –, incapaz de originar o esforço e o trabalho que se exige no imediato”.

Pedro Calado referiu que “a nossa população deseja, e não prescinde, da continuidade da trajetória de desenvolvimento e de progresso que a Madeira tem vindo a conhecer nas últimas décadas e não aceita atitudes discriminatórias e injustas de quem, em jeito de obsessão e sem qualquer sentido de Estado, põe os interesses partidários acima dos legítimos direitos de uma região e de um povo. A quem governa, exige-se que entenda as dificuldades das populações e, sobretudo, que faça face às suas legítimas aspirações, objetivos e sonhos.